sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

A Guerra Nossa de Cada Dia



Certa vez uma menina perguntou a seu pai como as guerras começavam.

- Bem - respondeu o pai - suponhamos que os Estados Unidos continuassem

a se desentender com a Inglaterra e...

- Mas - interrompeu a mãe - os Estados Unidos nunca se desentenderam com

a Inglaterra.

- Eu sei - disse o pai - , mas eu estava apenas usando um exemplo hipotético.

- Você está confundindo a menina - protestou a mãe.

- Não, não estou - replicou o pai indignado, com um tom de raiva na voz.

- Não se preocupe, papai - disse a menina -, acho que já entendi como as guerras começam.

A maioria das discussões não precisa de um fato grandioso para começar, mas

Intensifica -se por meio de mágoas, discórdias ou pequenas ofensas. Quando menos

se espera: Uma grande amizade foi desfeita, um “belo” emprego ou um “belo” funcionário

foi perdido, o casal de pombinhos apaixonados que fizeram mil e umas juras de amor diante

da família e de Deus se separam e até entre pais e filhos o amor pode dar lugar ao ódio por uma simples palavra dita, na hora e maneira errada.

Não permita que sua vida seja “ varrida” por tempestades que na verdade eram simples

copos d`água em suas mãos. Um espírito crítico é como uma planta venosa - precisa apenas

de um pequeno contato para espalhar o seu veneno.

Tente elogiar mais e criticar menos; ou ouvir mais e falar menos. Fazendo isto você vai descobrir que pode ganhar mais amigos com seu ouvido do que com a sua boca. Pense nisso...

Na fé!

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