
Ao ver que seus cabelos estavam começando a embranquecer, Kelly concluiu que estava ficando velha. Imediatamente diminuiu seu ritmo de vida, deixou de usar roupas coloridadas, tentou agir de modo mais pacato e passou a usar sapatos “confortáveis”. Deixou o cabelo crescer e enrolou-o num coque no alto da cabeça, começou a usar mangas compridas para esconder o que ela considerava “braço de mulher velha” e, se alguém lhe perguntava como estava passando, respondia:
- Do jeito que se espera de uma mulher da minha idade.
Certo dia, ouviu, sem querer, uma adolescente perguntar a uma amiga:
- Que idade tem a Srª Kelly?
A amiga respondeu:
- Bem, pelo modo que ela se veste e age, eu diria que tem uns 65 ou 70 anos.
A mulher ficou chocada – as adolescentes estavam falando dela, que tinha apenas 52 anos! Entendeu, então, que estava aparentando mais idade do que tinha e mudou radicalmente de atitude. Roupas coloridas e modernas e sapatos de salto alto voltaram a fazer parte de seu guarda-roupa. Cortou e tingiu os cabelos grisalhos. Alguns meses depois, um senhor de 48 anos convidou-a para da um passeio e não acreditou quando ela lhe contou sua idade.
De tanto ver homenagens as mulheres nos jornais de nossa cidade por causa do dia 8 (Dia da mulher) resolvi então, trazer essa história tirada de um dos livros que minha esposa leu e espero com sinceridade que toda mulher possa entender que todos os dias existe um motivo especial para que você cuide bem de si mesma. - Que é o simples fato de SER MULHER. E como dizia o filósofo:
“Uma mulher bonita não é aquela de quem se elogiam as pernas ou os braços, mas aquela cuja inteira aparência é de tal beleza que não deixa possibilidades para admirar as partes isoladas.” Pense nisso!
Na fé!
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